Mais um instrumento para apoiar a luta do PT

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terça-feira, 4 de novembro de 2008

PT em defesa do Piso Nacional dos Professores

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Nota Pública

O Partido dos Trabalhadores do Paraná (PT), por meio de sua direção executiva, reafirma, perante a sociedade e a categoria do magistério, seu apoio irrestrito ao Piso Nacional dos Professores, instituído pela Lei Federal nº 11.738/2008 em 16 de julho deste ano, que vem sofrendo forte oposição de setores conservadores da sociedade.

A lei do Piso Nacional do Magistério Público da Educação Básica é uma conquista histórica dos trabalhadores brasileiros, fruto de uma antiga luta da categoria e de um firme compromisso do governo do Presidente Lula com uma educação de qualidade.

Nós, do PT do Paraná, estaremos juntos com os profissionais do magistério, com a APP-Sindicato, com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e com o governo federal em todos os momentos e oportunidades para defendermos essa lei.

Nesse sentido, o PT do Paraná faz um apelo público ao governador do Estado, Sr. Roberto Requião, para que este se retire da Ação Direta de Inconstitucionalidade - ADI 4167 - impetrada no Supremo Tribunal Federal (STF) no último dia 29 de outubro.

Para o PT do Paraná, além de ser uma conquista histórica dos trabalhadores da educação em todo o país, o Piso Nacional dos Professores assegura a valorização do magistério e integra o rol de medidas que estão na base de uma política pública que de fato defenda a qualidade da educação brasileira. E defender uma educação de qualidade passa fundamentalmente pela valorização dos profissionais do magistério público.

Não abrimos mão da lei nacional por entendermos que ela é um passo importante que se dá em direção a um futuro melhor para a nossa gente, cujo caminho é apontado pela educação.

Direção Executiva Estadual do Partido dos Trabalhadores (PT)
Curitiba-PR, 03 de novembro de 2008.

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segunda-feira, 27 de outubro de 2008

NOTA ABERTA DO PARTIDO DOS TRABALHADORES DE CURITIBA

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No dia 23 de outubro de 2008, a Executiva Municipal do Partido dos Trabalhadores de Curitiba reuniu-se para avaliar o processo eleitoral e definir o calendário do PT para o próximo período.

Temos clareza que o nosso principal objetivo nessas eleições não foi alcançado. Pretendíamos levar a eleição para o segundo turno e, assim, aprofundar o debate sobre a cidade. Desse modo, com tempo igual de rádio e de televisão, demonstraríamos as nossas diferenças em relação à atual administração e teríamos chances reais de ganhar as eleições.

Observamos ainda que, embora nos últimos quatro anos não tenhamos tido êxito na organização de uma pauta de oposição clara, nossa candidatura colocou importantes reflexões e buscou esclarecer as deficiências da atual gestão e de suas práticas. Para nós, há uma clara inversão de prioridades, em especial na área social. Acreditamos que as pessoas são mais importantes que o concreto e que as obras, tão enaltecidos pela atual administração. E, nesse sentido, é importante perceber que o PT consolidou-se como a principal opção política de oposição na cidade, encarnando as críticas ao modo tucano de gestão.

A frente de apoio ao prefeito Beto Richa reuniu aqueles que fazem forte oposição ao governo do Presidente Lula. Entretanto, a postura desta aliança durante a campanha foi a de maquiar sua posição e procurar fazer transparecer uma parceria de sucesso com o Governo Federal, o que só foi possível graças à visão republicana e democrática do Presidente Lula.

Ao fazer isto, o prefeito Beto Richa buscou confundir as distinções entre os projetos políticos em vigor no nosso país e dificultou uma maior demarcação ideológica. Mesmo assim, pontuamos problemas sociais graves, como a falta de vagas nas creches, a inoperância dos exames especializados, a saturação do sistema de transporte urbano, a ausência de políticas para a juventude, a falta de transparência das licitações municipais, etc.

Além disso, os avanços do Governo Federal trouxeram importantes reflexos para o processo eleitoral de 2008. O significativo aumento dos investimentos (principalmente na área social e pelas obras do PAC), assim como a estabilidade econômica e política, beneficiaram sobremaneira os atuais governantes, independente do campo político. A política econômica estabelecida pelo Governo Federal garantiu uma saúde financeira confortável para a Prefeitura de Curitiba, permitindo uma significativa ampliação nos investimentos - um fator preponderante para o resultado eleitoral. A grande estabilidade vivida inibiu o debate das mudanças necessárias.

Disputamos, ainda, contra uma campanha que contou com uma propaganda prévia gigantesca: foram cerca de 80 milhões gastos em publicidade pela gestão do prefeito Beto Richa. Tal emprego feito da verba pública colaborou, certamente, para a avaliação que Beto teve dos curitibanos e, embora tenha sido condenado por três vezes pela Justiça, nunca veio a público prestar esclarecimentos à população e tais condenações não tiveram a repercussão adequada da mídia.

Nesse sentido, deste a fundação do Partido dos Trabalhadores sofremos forte oposição por parte da grande mídia, o que se dá pela nossa opção em defesa da justiça social, da melhor distribuição de renda e dos movimentos sociais. A imprensa brasileira, e em maior escala a de Curitiba, é dominada por poucos grupos e tem um caráter fortemente comercial. Nossas pautas e posições são pouco divulgadas e, quando o são, é geralmente sob um olhar bastante crítico, diferente do que ocorre com outras correntes políticas.

Além disso, o PT teve, ao longo de sua existência, forte sustentação política junto aos movimentos sociais, e desde que elegemos o presidente Lula, enfrentamos fortes contradições nesta relação. Sempre estivemos ao lado dos movimentos sociais nas lutas pelos direitos dos trabalhadores e do povo brasileiro. Muitos dos nossos militantes fazem parte de entidades da sociedade civil e colaboram na organização das lutas. Entretanto, ao nos tornarmos governo, passamos por um processo de transição, sendo que vários companheiros que tinham importantes atribuições na direção dos movimentos sociais foram chamados a compor o Governo Federal e boa parte das pautas dos movimentos ter sido incorporadas como políticas públicas.

Tendo isto em mente, avaliamos que é papel do Partido dos Trabalhadores construir e liderar uma oposição firme e atuante e dar prosseguimento ao projeto que apresentamos para a cidade, por uma Curitiba para Todos.

Nesta campanha ficou claro que os partidos de oposição ao Governo Lula, em especial o PSDB e o prefeito Beto Richa, conduziram uma ampla aliança com aqueles que governam nossa cidade desde a ditadura, com a exceção de pequenos intervalos. Nós, entretanto, tivemos um programa político e procuramos alinhavá-lo desde o início, nos aproximando de quadros e partidos que não comprometiam em nada os princípios e propostas que tínhamos para Curitiba. Frisa-se, portanto, que não cedemos às pressões puramente eleitoreiras. Buscamos, pelo contrário, seguir os critérios ideológicos que sempre diferenciaram o PT da maioria dos partidos.

Dessa forma, uma importante vitória nestas eleições foi a consolidação do voto de legenda, o que demonstra o reconhecimento dos eleitores de que votar no PT é votar em um projeto político, independente de quem o represente. Foram mais de 30 mil votos este ano - um resultado proporcionalmente maior que o obtido em 2004, quando o nosso candidato a prefeito obteve cerca de 35% dos votos no primeiro turno.

ENCAMINHAMENTOS

Reforma Política

Reformar o sistema político eleitoral brasileiro é fundamental para garantirmos melhores práticas democráticas em nosso país. Amplos setores da sociedade brasileira querem superar os problemas das nossas instituições e práticas políticas, que têm potencializado crises e minam a confiança popular na representação democrática. Estes defeitos, largamente conhecidos, têm raízes em instituições que induzem ao abuso do poder econômico e à corrupção, perpetuando o individualismo na política e a falta de projetos coletivos nítidos, facilitando candidaturas com grande poder econômico.

Defendemos uma reforma que garanta o fortalecimento das estruturas partidárias, a transparência do processo político e a consolidação das instituições democráticas. Uma reforma que propicie o financiamento público das campanhas políticas, a fidelidade partidária, o fim das coligações nas eleições proporcionais e o voto por lista.

Por este motivo, orientamos nossa militância a se incorporar na campanha pelo Projeto de Iniciativa Popular Pró-Plebiscito para a convocação de uma Assembléia Nacional Constituinte Exclusiva e Soberana, designada para fazer a reforma político-eleitoral brasileira.

Combate ao nepotismo

Já é prática dos mandatos de vereador do PT Curitiba combater o nepotismo por meio do exemplo de não nomear parentes em gabinetes e de denunciar e exigir a demissão de parentes de outros vereadores. Além disso, é da bancada petista o projeto de lei que proíbe o nepotismo na administração municipal.

Ficou claro neste período pós-eleitoral que o prefeito Beto Richa está colocando em prática artimanhas para manter sua esposa e seu irmão na administração municipal, além da infinidade de parentes dos vereadores da base aliada que ocupam cargos comissionados na atual administração.

Nossa bancada de vereadores continuará combatendo esta prática e exigindo a publicação da lista de todos os cargos comissionados da administração direta e indireta.

Transparência pública é prioridade

O Governo do Presidente Lula ousou ao disponibilizar os gastos públicos no “Portal da Transparência”, dando visibilidade ao emprego que o executivo nacional faz do erário público. Este sempre foi um compromisso do PT e nossa bancada vai demandar que a Prefeitura Municipal vá além das publicações exigidas pela Lei de Responsabilidade Fiscal - insuficientes para garantir a boa aplicação dos recursos públicos. Julgamos que a Prefeitura deve seguir o modelo federal, criando o “Portal da Transparência de Curitiba”.

Além disto, reivindicamos mais do que audiências públicas consultivas. Defendemos a radicalização da democracia através de ampla participação popular, seja por meio do Orçamento Participativo, da garantia efetiva de estrutura para os Conselhos Populares ou pela realização das Conferências Setoriais.

Por esclarecimentos dos processos licitatórios

Denunciamos durante o processo eleitoral os inúmeros problemas dos processos licitatórios da Prefeitura de Curitiba, como o do lixo, transporte, linha verde, metrô, entre outros.

Será prioridade para o Partido dos Trabalhadores e para a bancada petista na Câmara a cobrança de esclarecimentos. Pretendemos garantir a correta apuração dos fatos, esclarecendo desvios e cobrando a punição dos envolvidos

Investigação do esquema “Gafanhoto”

Apesar de não ter se iniciado no âmbito municipal, endossamos a posição do Diretório Estadual do PT de insistir nas ações para apuração, elucidação e punição dos envolvidos no “Esquema Gafanhoto” na Assembléia Legislativa. O ex-deputado estadual e atual prefeito, Beto Richa, é citado, assim como o seu antigo chefe de gabinete e atual assessor da presidência da Câmara Municipal de Curitiba. As irregularidades abrangem a contratação de funcionários fantasmas para desviar dinheiro público. Tais fatos configuram os crimes de peculato (apropriação de verba pública), estelionato (fraude de documentos para obter vantagem) e sonegação fiscal.

Fortalecimento da militância e formação política

Ficou claro no processo eleitoral que as campanhas estão cada vez mais dependentes dos grandes grupos econômicos. O PT, que sempre contou com sua militância voluntária, vem sofrendo com esse cenário. Compreendemos, portanto, que é fundamental fortalecer nossa militância e propiciar espaços permanentes de formação política.

Nesse sentido, avaliamos que a produção de uma campanha institucional para resgatar a imagem do PT é uma iniciativa vital. Além disso, a formação de quadros e lideranças é prioridade. O Partido dos Trabalhadores compreende que apenas com debate, leitura e prática é possível amadurecer. Como esse processo se torna mais rico se feito coletivamente, pretende-se organizar cursos e discussões, resgatando, por exemplo, a experiência rica do PT com os núcleos de base. Dessa forma, propiciaremos formação política para novos e antigos militantes.
Viva a luta socialista!
Viva o Partido dos Trabalhadores!

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quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Ato e Vigília em apoio ao Governo e ao povo da Bolívia

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Dia 18/09 em Curitiba ocorrerá um ato em apoio e solidariedade ao Governo de Evo Morales e ao Povo Boliviano:

18/09 - QUINTA FEIRA

11 horas - ATO E PANFLETAGEM, NA BOCA MALDITA

Das 17 às 24 horas - VIGÍLIA CONTINENTAL, NA CASLA.
Rua João Manoel, 140 - São Francisco (ao lado da UPE)

Por favor, ajudem na divulgação e tragam suas faixas e outros
materiais.

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Leia o manifesto das entidades:

Apoio e Solidariedade ao Governo de Evo Morales e ao Povo boliviano

A luta pela integração e emancipação dos povos em nosso continente -
que impulsiona a ascensão ao governo de lideranças progressistas, como
Evo Morales na Bolívia - contraria os interesses de grandes grupos
capitalistas nacionais e transnacionais, principalmente dos Estados
Unidos, que sempre enriqueceram às custas da espoliação dos povos e dos
seus recursos estratégicos.

O que assistimos hoje na Bolívia é a articulação de um golpe com o
objetivo de dividir o país e derrubar o governo legítimo de Evo Morales.
As ações terroristas desfechadas pelas oligarquias separatistas da
região oriental - com o apoio do imperialismo estadunidense -
agridem frontalmente a Constituição e a democracia no país.

Assim, o que está em jogo na Bolívia é o processo de nacionalização das
riquezas naturais e a ampliação de direitos sociais previstos na nova
Constituição proposta pelas organizações populares e pelo governo de Evo
Morales. Isso explica a violência da reação das oligarquias bolivianas,
que inclui a ação de grupos paramilitares fascistas e atos terroristas,
como assassinatos, explosão de gasodutos, saques e depredação de
repartições governamentais.

Estes grupos, inimigos da democracia, incentivados diretamente pelo
embaixador dos Estados Unidos (devidamente expulso do país pelo governo
boliviano), não aceitam o resultado do referendo revogatório que
democraticamente ampliou os votos e o apoio popular ao presidente Evo
Morales, ratificando assim o mandato para que cumpra com a agenda de
mudanças que o elegeu.

Diante disso, manifestamos nosso apoio incondicional ao governo
legítimo de Evo Morales e ao povo boliviano, bem como nos
posicionamos pela defesa da unidade da nação e da democracia no país
vizinho. De nossa parte, nós, trabalhadores, jovens e defensores da
democracia, e nossas organizações - sindicatos, partidos, movimentos
sociais - não nos calaremos diante desta ameaça de golpe no continente
e tudo faremos para que a soberania do povo boliviano seja respeitada.
Conta o golpismo e a ação separatista das oligarquias bolivianas!
Em defesa do governo legítimo de Evo Morales e do povo boliviano!
Contra a agressão imperialista! Pela soberania e autodeterminação dos
povos!
CMS-PR, CASLA, Grupo SERPAJ Brasil, Coletivo Soy Loco Por Ti, CUT-PR,
CTB-PR, Intersindical-PR, PT Curitiba, PCdoB-PR, PSOL-PR, CEFURIA, CPT,
MST, APP-Sindicato, Assembléia Popular, Rede de Mulheres Negras,
CEPAT/Casa do Trabalhador, Centro CHE, Senge PR, SindiPetro PR/SC,
SindSaúde PR, Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região, FETEC PR,
Sismuc, Sismmac, Sitravest-Curitiba, Sindiquimica PR, Sintcom PR, Sinsep
SJPinhas, UNASP, Sinpar PR, Pastoral Operária, Pastoral do Migrante,
CEBRAPAZ, UBM, Terra de Direitos, Consulta Popular, UJS, Juventude
Revolução, UPE, UPES, CAHIS-UFPR, Fórum Social do Mercosul, Centro
Santos-Milani

Mandatos: Deputado Federal Dr. Rosinha (PT-PR), Deputado Estadual Tadeu
Veneri (PT), Vereador de Curitiba André Passos (PT), Vereadora Roseli Isidoro (PT), Vereador Bonette (PT Fazenda Rio Grande)

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sexta-feira, 18 de julho de 2008

Brasil tem o melhor mês da história da geração de empregos com carteira assinada

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O mês de junho apresentou recorde no saldo de empregos com carteira assinada. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), estatística do Ministério do Trabalho e Emprego, foram 309.442 trabalhadores que passaram a fazer parte do mercado formal, tendo salário e desfrutando de direitos básicos como férias, 13º, INSS e FGTS. O resultado do sexto mês de 2008 foi o melhor da série histórica do Caged, em termos absolutos e relativos, com crescimento de 1,03% em relação ao estoque de maio.

Para termos de comparação, junho de 2007 gerou 181.667 postos de trabalho. O resultado do mesmo mês de 2008 é 70% superior ao registrado no ano passado, mostrando comportamento inédito do emprego formal para o mês de junho, que tradicionalmente registra desaceleração da geração de empregos em relação ao mês de maio. Assim, é a primeira vez que ocorre o recorde de formalização de trabalhadores neste mês. O saldo de emprego no mês de junho de 2008 foi 48,85% maior que o recorde anterior, em junho de 2004 (+207.895 postos), e 2,47% superior ao recorde da série histórica do Caged observado em abril de 2007 (+301.991 postos). O Caged costuma apresentar picos de criação de vagas nos meses de abril, maio e setembro.

“Esse resultado só reforça a minha expectativa de que 2008 vai terminar com mais de 1,8 milhão de novos postos de trabalho. O desempenho de junho me faz acreditar além. Vamos gerar o recorde histórico de 2 milhões de empregos formais”, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, durante entrevista coletiva de anúncio dos números do Caged, nesta quinta-feira (17), em Brasília.

No primeiro semestre do ano, o estoque de empregos formais cresceu 4,7%, representando o incremento de 1.361.388 postos de trabalho, o maior saldo registrado no período. Nos últimos 12 meses, a variação acumulada atingiu 6,62% ou 1.883.277 novos postos, resultado que se revelou mais favorável que o ocorrido no mesmo período do ano anterior (+5,12%, ou +1.400.391 empregos formais). Brasil tem hoje 30,37 milhões de pessoas com a carteira assinada.
Setores da economia

O excelente desempenho do emprego em junho de 2008 decorreu da elevação quase generalizada de todos os subsetores de atividade econômica. Em termos absolutos, os setores que mais contribuíram para o resultado verificado foram: a Agropecuária (influenciada por fatores sazonais relacionados ao cultivo do café e frutas cítricas), os Serviços, a Indústria de Transformação, o Comércio e a Construção Civil. A exceção foi o segmento de Ensino, que por motivos sazonais, relacionados ao ciclo escolar (período de férias), registrou redução de 1.718 postos de trabalho (-0,15%), resultado, porém, menor que a queda observada em junho de 2007 (-3.338 postos ou -0,31%).

“Não há bolha de crescimento em um ou outro setor. O crescimento do emprego com carteira assinada no Brasil é forte, homogêneo e em todas as áreas, demonstrando a força da economia do país”, destacou Carlos Lupi.

O setor Agrícola respondeu pelo incremento de 92.580 postos de trabalho ou crescimento de 5,67% no estoque de emprego, resultados recordes para o período. Note-se que o saldo de empregos gerados em junho de 2008 situou-se em 40% superior ao verificado em idêntico período do ano anterior (+66.312 postos ou +4,02%). Serviços, com a criação de 73.436 empregos, também obteve um desempenho recorde (+0,62%), que pode ser creditado, primordialmente, aos segmentos de Serviços de Comércio e Administração de Imóveis (+28.999 postos ou +0,96%), Serviços de Alojamentos e Alimentação (+19.801 postos ou +0,47%) e Serviços de Transporte e Comunicação (+13.549 postos ou +0,85%), cujos saldos foram os maiores já registrados no período.

“Em meio à crise mundial de alimentos, o Brasil é o ponto forte internacional. Somos os maiores exportadores de alimentos, temos muita terra para produzir e a característica continental favorece a isso. Quando o Sul sai da safra, o Nordeste, por exemplo, entra; garantindo um crescimento total do emprego. E o empregador só contrata com carteira assinada porque sabe que vai ter lucro”, afirmou o ministro.

Quanto à Indústria de Transformação, os dados mostram que, em junho do ano corrente, foi responsável pela geração de 52.214 empregos (+0,72%), o melhor resultado do período da série do Caged. Tal comportamento foi oriundo da expansão de todos os 12 ramos que integram o setor, com oito apresentando saldo recorde. Em termos absolutos, merecem destaque os seguintes: Indústria de Produtos Alimentícios e Bebidas (+9.579 postos ou +0,55%), Indústria Têxtil e de Vestuário (+8.058 postos ou +0,86%, maior resultado de junho da série histórica), Indústria de Material de Transporte (+6.038 postos ou +1,19%, saldo recorde da série do Caged para o mês de junho), Indústria Química (+5.856 postos ou +0,80%) e Indústria Metalúrgica (+5.629 postos ou +0,77%), ambas com resultado recorde.

Comércio também apresentou um excelente dinamismo, ao responder pela geração de 48.213 empregos (+0,74%), o melhor desempenho do período da série do Caged, saldo que se situou 71% superior ao ocorrido em idêntico período do ano anterior (+28.162 postos) e 50% em relação ao recorde anterior verificado em junho de 2005 (+32.123 postos).

Construção Civil continua apresentando desempenho recorde, ao responder pelo aumento de 36.758 postos de trabalho (+2,17%) no mês de junho, geração essa superior em 99% em relação à maior já registrada até então, que ocorreu em junho de 2007 (+18.469 postos ou +1,29%).

Regiões

A geração de empregos também foi recorde em todas as Regiões do país: Sudeste (+194.732 postos ou + 1,16%), Nordeste (+39.972 postos ou +0,95%), Sul (+30.575 postos ou +0,55%), Centro-Oeste (+28.735 postos ou +1,35%) e Norte (+15.428 postos ou +1,26%). Quanto às Unidades da Federação, verifica-se elevação quase generalizada, com 18 delas registrando o maior saldo do período, merecendo destaque, em termos absolutos, São Paulo (+102.726 postos ou +1,02%), Minas Gerais (+73.660 ou +2,26%) e Rio de Janeiro (+17.121 postos ou +0,59%). A exceção ficou por conta de Roraima (-202 postos ou -0,75%), em razão do desempenho desfavorável dos setores da Construção Civil (-95 postos) e Serviços de Utilidade Pública (-80 postos).
Áreas metropolitanas x interior

Em junho, o conjunto das nove áreas metropolitanas apresentou crescimento de 0,67% em relação ao mês anterior, resultante da criação de 83.635 postos de trabalho, saldo recorde para o período. Tal desempenho decorreu da expansão generalizada do emprego nesses espaços geográficos. Em razão da influência sazonal do ciclo agrícola, o interior dos estados desses aglomerados urbanos registrou um comportamento mais favorável em relação ao conjunto das áreas metropolitanas, ao responder pela geração de 164.650 empregos ou aumento de 1,47%. Em termos absolutos, no interior dos estados de Minas Gerais (+63.149 postos ou +3,10%) e de São Paulo (+62.172 postos ou +1,29%) verificou-se o melhor desempenho. No caso das áreas metropolitanas, as que mais se sobressaíram foram as de São Paulo (+40.554 postos ou +0,77%) e de Belo Horizonte (+10.511 postos ou +0,86%).

Ministério do Trabalho e Emprego

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terça-feira, 8 de julho de 2008

Todos e todas no lançamento do comitê Matriz

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A participação da militância petista é fundamental para a eleição da companheira Gleisi Prefeita de Curitiba. Vamos debater com a sociedade curitibana e disputar a hegemonia contra as velhas novidades que estão aliados à mais 30 anos em nossa cidade.

É preciso mudança, fazer o que nunca foi feito em Curitiba.

Lançamento comitê Matriz

DIA: 10 de Julho 2008 – Quinta–feira
HORAS: 20h.
LOCAL: Rua Marechal Hermes, 247
Atrás da Assembléia Legislativa

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quarta-feira, 2 de julho de 2008

PT é o partido mais querido do Brasil

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Em alta: Vox Populi aponta o PT como o partido preferido do eleitorado

67% dos brasileiros estão satisfeitos com o Brasil.

63% acham que o país melhorou nos últimos dois anos.

58% acham que o Brasil vai melhorar ainda mais nos próximos dois anos.

O PT tem 25% da preferência partidária, seguido do PMDB com 7%,PSDB com 6% e do DEM com 2%.

O PT é o partido mais lembrado por 36% do eleitorado.

Para 63% do eleitorado, o PT ajuda o Brasil a crescer.

O PT é considerado um partido de esquerda.

47% da população é favorável à fidelidade partidária e considera que o mandato pertence ao partido pelo qual o político se elegeu.

84% avalia positivamente o desempenho do presidente Lula.

Para 34%, a principal realização do governo Lula é a implantação de programas sociais e para 20% é a política econômica. Destaque para o Programa Bolsa Família citado por 27% dos entrevistados.

Esses são alguns dos dados revelados pela pesquisa de opinião realizada pelo PT, através do Instituto Vox Populi, em todo o território nacional.

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