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sexta-feira, 3 de outubro de 2008

PT é o preferido do eleitorado, apontou Vox Populi

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Pesquisa quantitativa nacional, feita em 153 municípios, apontou o PT como o partido preferido pelo eleitorado. 25% dos 1.800 entrevistados (expandidos para 3.478 com as cidades de Salvador, Recife, São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) apontam o PT como partido favorito; o PMDB aparece em segundo, com 7%; o PSDB com 6% e o DEM com 2%.

O PT é também o partido mais lembrado por 36% do eleitorado, seguido de PMDB com 22% e PSDB com 15%. A pesquisa, cuja margem de confiança é de 95%, mostra também que, para 39% do eleitorado, o PT é o partido que mais está crescendo e que mais ganha importância. 35% acham que o PT tem as lideranças mais fortes, ao passo que 12% (o maior percentual entre os partidos) considera que o PT tem os políticos mais honestos.

Feita com pessoas de idade superior a 16 anos, residente e eleitora de todos os estados (com exceção de Amapá e Roraima), em áreas urbanas e rurais, de todos os segmentos sócio-econômicos e demográficos, a pesquisa Vox Populi mostra outro dado significativo: para 63% do eleitorado, o PT ajuda o país a crescer. E mais: 67% acham que o partido é “dinâmico, trabalhador”, e 66% consideram que o PT é “moderno e tem idéias novas”.

Esses dados podem ser lidos à luz de outro registro, ainda mais expressivo: 84% dos entrevistados avaliam positivamente o desempenho do presidente Lula, sendo que 43% votariam nele para um terceiro mandato (65% acham que o PT deve ter candidato próprio nas eleições presidenciais). Para 34%, a principal realização do governo Lula é a implantação de programas sociais; 20% acham que é a política econômica e 27% citam o Programa Bolsa Família como o grande destaque desse governo.

Para ler a matéria completa ou ter acesso à pesquisa, clique aqui.

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terça-feira, 22 de julho de 2008

Lula determina prioridade para a reforma política após as eleições deste ano

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu hoje (22), na reunião de coordenação política, prioridade para as discussões da reforma política após as eleições municipais de outubro.

Lula também determinou aos ministros de Relações Institucionais, José Múcio, e da Justiça, Tarso Genro, que dialoguem com o Congresso Nacional para envolver o Legislativo na construção do projeto.

De acordo com fontes do Palácio do Planalto, o presidente reafirmou a interpretação de que o assunto não é apenas do governo, e sim de toda a sociedade.

O envolvimento social com a reforma política também é uma das prioridades do PT, que está coletando assinaturas para um projeto de iniciativa popular prevendo a realização de um plebiscito, no qual a população brasileira irá dizer se quer ou não a a convocação de uma Assembléia Constituinte exclusiva para fazer a reforma.

Para saber mais e assinar o projeto, clique aqui.
Investimentos

Dar mais visibilidade aos investimentos realizados pelo governo em obras por todo o país e alimentar o otimismo da população também foram determinações surgidas na reunião. O objetivo é permitir que a população tenha maior clareza dos investimentos feitos pelo governo federal.

Além de José Múcio e Tarso Genro, participaram da reunião de coordenação política, que é semanal, os ministros Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil, Guido Mantega, da Fazenda, Paulo Bernardo, do Planejamento, e Luiz Dulci, secretário-geral da Presidência da República.

Com informações da Agência Brasil.

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quarta-feira, 16 de julho de 2008

Piso salarial dos professores consolida política de valorização do magistério

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O Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sanciona nesta quarta-feira, (16) o Projeto de Lei do Piso Salarial Nacional dos Professores. A instituição de um piso salarial para a categoria era uma reivindicação histórica. O texto aprovado pelo Congresso Nacional prevê o pagamento de um piso de R$ 950,00 para professores com carga horária de 40 horas semanais. Pela proposta, o piso salarial nacional será implantado em todo o país, de forma gradual, até 2010. A solenidade acontece às 15h30, no Salão Oeste do Palácio do Planalto.

De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), existem mais de 5 mil pisos salariais diferentes para a categoria, variando entre R$ 315 e R$ 1.400. Está previsto no projeto a complementação da União para os entes federados que não atingirem o valor de piso nacional.

O projeto original, enviado para o Congresso pelo Executivo, previa um valor menor do que o aprovado no Congresso (R$ 650,00). Antes de chegar ao texto final, a proposta foi amplamente discutida nas duas Casas (Câmara e Senado). Diversas audiências públicas, manifestações populares e debates acalorados marcaram o aprimoramento da proposta.

Durante o período em que tramitou na Câmara, a proposta foi abraçada por diversos parlamentares e representantes dos profissionais em educação, que fizeram desta causa uma prioridade para o legislativo brasileiro. Em sua primeira reunião deste ano a bancada do PT na Câmara elegeu a votação do piso nacional do magistério como uma de suas prioridades. Lidera a bancada o deputado Maurício Rands (PT-PE).

O deputado Carlos Abicalil (PT-MT), titular da Comissão de Educação da Câmara disse que a votação do piso “é a resposta de 180 anos de promessa constitucional “, disse Abicalil.

A deputada Fátima Bezerra (PT-RN), que relatou o Fundeb, disse que a fixação de um piso salarial para a educação básica é muito importante para o país. “O piso consolida uma política nacional de valorização salarial do magistério brasileiro, é um marco histórico para a população brasileira, que terá acesso à uma educação básica de qualidade”, afirmou.

Na mesma solenidade, serão anunciadas ações educacionais destinadas às Instituições Federais de Educação Profissional e Tecnológica e de Ensino Superior e ao Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais - REUNI.

Agência Informes (www.ptnacamara.org.br)

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