Mais um instrumento para apoiar a luta do PT

Arquivo do assunto ‘Governo Lula’

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Governo estende o Minha Casa, Minha Vida para todos municípios

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A iniciativa do Governo Lula de ampliar o  Novo Programa de Habitação Minha Casa, Minha Vida para todos os Municípios do Brasil é muito acertada, visto que ficou claro que a demanda pela casa própria não é exclusiva das grandes cidades.

Para receber mais informações cadastre aqui

Abaixo notícia do site ofcial do programa sobre a medida.

retirado de confiancanobrasil.com.br

O Ministério das Cidades anunciou nesta terça-feira (14) que irá estender o programa Minha Casa, Minha Vida para todos os municípios brasileiros. A mudança ocorreu, pois anteriormente, só podiam participar municípios com mais de 50 mil habitantes.

As operações do programa já tiveram início e até a próxima semana serão divulgados quantos municípios já aderiram ao Minha Casa, Minha Vida. A Caixa está disponibilizando em todas suas agências equipes treinadas para prestar informações sobre o programa.

Os trabalhadores que possuem renda mensal de até três salários mínimos devem aguardar o cadastramento que é feito pelos estados e municípios. As datas e os locais serão divulgados regionalmente. Caso a procura pelas famílias de baixa renda (de zero a três salários mínimos) supere a oferta de casas, haverá sorteio.

No caso de famílias com renda superior a três salários mínimos, os proponentes devem procurar diretamente as construtoras.

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terça-feira, 7 de abril de 2009

Novas informações sobre o Programa de habitação popular Minha Casa Minha Vida

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O Plano de Habitação do Governo Lula, Minha Casa, Minha Vida tem com novas informações:

Objetivo: compatibilizar a prestação da casa própria com a capacidade de pagamento da família

  • Pagamento da 1° prestação somente na entrega do imóvel
  • Pagamento opcional de entrada nos casos de financiamento
  • Comprometimento máximo de 20% da renda para financiamento
  • Fundo Garantidor: redução do risco do financiamento
  • Barateamento do seguro
  • Desonerações de custos cartoriais
  • Desoneração fiscal: redução da alíquota do Regime Especial de Tributação da Construção Civil (RET) de 7% para 1%, substituindo a incidência de PIS, COFINS, IRPJ e CSLL

Os recursos subsidiados pela União e pelo FGTS

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quinta-feira, 2 de abril de 2009

Confiança no Brasil é o portal do novo Plano de Habitação do Governo Lula

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Desde o início do Governo Lula percebemos uma inversão na lógica da gestão pública: a contenção da política de enxugamento do Estado e o fortalecimento do investimento público em obras fundamentais para o desenvolvimento do país.
O programa “Minha Casa, Minha Vida” é um grande exemplo disto e a militância petista precisa se apropriar desta proposta, defende-la e fiscaliza-la na sua cidade.
O Governo Lula tem confiança no Brasil e o PT tem confiança no Governo Lula!
Vamos a luta!

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Abaixo a propaganda institucional do programa
O SONHO DA CASA PRÓPRIA VAI VIRAR REALIDADE PARA MILHÕES DE BRASILEIROS.

O Minha Casa, Minha Vida viabiliza a construção de 1 milhão de moradias para famílias com renda de até 10 salários mínimos.

O Governo Federal está investindo R$ 34 bilhões para que mais brasileiros tenham acesso a casa própria. Uma grande ação que conta com a parceria de estados, municípios, iniciativa privada e sociedade.

No momento em que muitos países diminuem os investimentos por conta da crise financeira internacional, o Brasil enfrenta esse desafio gerando novas oportunidades de desenvolvimento.

O Minha Casa, Minha Vida é um conjunto de medidas que, além de possibilitar o acesso à moradia digna para milhões de brasileiros, vai impulsionar a economia, melhorar a vida de quem mais precisa e trazer reflexos positivos para toda a sociedade. Como o fortalecimento do setor da construção civil, que vai gerar mais empregos, manter a capacidade de consumo do trabalhador, promover a inclusão social e fomentar o desenvolvimento.

O Minha Casa, Minha Vida é mais moradia para mais brasileiros.

E com a participação de todos, vai fazer com que a roda da economia continue a girar.

Algumas ações:

  • Subsídio de até R$ 23 mil nos financiamentos do FGTS para a compra de imóveis novos, de acordo com a região e a faixa de renda do trabalhador.
  • Barateamento da prestação na compra de imóveis novos. A União cobre parte do valor do seguro embutido nas prestações de financiamentos de habitação popular.E ainda reduz juros e custos cartoriais.
  • Garantia de refinanciamento de 12 até 36 prestações em caso de perda de renda, de acordo com a faixa de renda familar.
  • Redução de impostos de Materiais de Construção.
  • Redução da alíquota dos impostos federais do Regime Especial de Tributação - RET da Construção Civil de 7% para 1%, substituindo a incidência de PIS, COFINS, IRPJ e CSLL.

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quinta-feira, 2 de abril de 2009

Governo Lula: Habitação para milhões de brasileiros

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GOVERNO LULA VAI FAZER O SONHO DA CASA PRÓPRIA VIRAR REALIDADE PARA MILHÕES DE BRASILEIROS.

O Minha Casa, Minha Vida viabiliza a construção de 1 milhão de moradias para famílias com renda de até 10 salários mínimos.

O Governo Federal está investindo R$ 34 bilhões para que mais brasileiros tenham acesso a casa própria. Uma grande ação que conta com a parceria de estados, municípios, iniciativa privada e sociedade.

No momento em que muitos países diminuem os investimentos por conta da crise financeira internacional, o Brasil enfrenta esse desafio gerando novas oportunidades de desenvolvimento.

O Minha Casa, Minha Vida é um conjunto de medidas que, além de possibilitar o acesso à moradia digna para milhões de brasileiros, vai impulsionar a economia, melhorar a vida de quem mais precisa e trazer reflexos positivos para toda a sociedade. Como o fortalecimento do setor da construção civil, que vai gerar mais empregos, manter a capacidade de consumo do trabalhador, promover a inclusão social e fomentar o desenvolvimento.

O Minha Casa, Minha Vida é mais moradia para mais brasileiros.

E com a participação de todos, vai fazer com que a roda da economia continue a girar.
Algumas ações:

* Subsídio de até R$ 23 mil nos financiamentos do FGTS para a compra de imóveis novos, de acordo com a região e a faixa de renda do trabalhador.
* Barateamento da prestação na compra de imóveis novos. A União cobre parte do valor do seguro embutido nas prestações de financiamentos de habitação popular.E ainda reduz juros e custos cartoriais.
* Garantia de refinanciamento de 12 até 36 prestações em caso de perda de renda, de acordo com a faixa de renda familar.
* Redução de impostos de Materiais de Construção.
* Redução da alíquota dos impostos federais do Regime Especial de Tributação - RET da Construção Civil de 7% para 1%, substituindo a incidência de PIS, COFINS, IRPJ e CSLL.

Saiba mais

retidado de: http://www.confiancanobrasil.com.br/minhacasaminhavida2/

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terça-feira, 4 de novembro de 2008

PT em defesa do Piso Nacional dos Professores

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Nota Pública

O Partido dos Trabalhadores do Paraná (PT), por meio de sua direção executiva, reafirma, perante a sociedade e a categoria do magistério, seu apoio irrestrito ao Piso Nacional dos Professores, instituído pela Lei Federal nº 11.738/2008 em 16 de julho deste ano, que vem sofrendo forte oposição de setores conservadores da sociedade.

A lei do Piso Nacional do Magistério Público da Educação Básica é uma conquista histórica dos trabalhadores brasileiros, fruto de uma antiga luta da categoria e de um firme compromisso do governo do Presidente Lula com uma educação de qualidade.

Nós, do PT do Paraná, estaremos juntos com os profissionais do magistério, com a APP-Sindicato, com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e com o governo federal em todos os momentos e oportunidades para defendermos essa lei.

Nesse sentido, o PT do Paraná faz um apelo público ao governador do Estado, Sr. Roberto Requião, para que este se retire da Ação Direta de Inconstitucionalidade - ADI 4167 - impetrada no Supremo Tribunal Federal (STF) no último dia 29 de outubro.

Para o PT do Paraná, além de ser uma conquista histórica dos trabalhadores da educação em todo o país, o Piso Nacional dos Professores assegura a valorização do magistério e integra o rol de medidas que estão na base de uma política pública que de fato defenda a qualidade da educação brasileira. E defender uma educação de qualidade passa fundamentalmente pela valorização dos profissionais do magistério público.

Não abrimos mão da lei nacional por entendermos que ela é um passo importante que se dá em direção a um futuro melhor para a nossa gente, cujo caminho é apontado pela educação.

Direção Executiva Estadual do Partido dos Trabalhadores (PT)
Curitiba-PR, 03 de novembro de 2008.

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sábado, 4 de outubro de 2008

Governo Lula investe pesado em Curitiba

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Desde que o Governo Lula teve início, as ações de cunho social tornaram-se mais freqüentes e efetivas em todo o país. Como exemplo disso, pode-se afirmar que hoje não se morre mais de fome no Brasil e o número de analfabetos vem sendo reduzido ano após ano.

Em Curitiba, não é diferente. Apenas em 2008 o repasse de recursos foi de mais de 630 milhões de reais. Sem contar as aplicações diretas do Governo Lula na cidade. É por razões assim que a aprovação do presidente é tão alta: ele conhece a situação dos mais carentes e sabe o que é preciso fazer para garantir mais justiça social e condições dignas de vida. Para o Lula, assim como para o PT, o povo brasileiro é prioridade.

Confira algumas das ações do Governo Lula em Curitiba:
• De 2005 a 2007, mais de 21 mil bolsas de estudo foram concedidas pelo ProUni a universitários de Curitiba
• O programa Segundo Tempo, de incentivo à prática do esporte durante o contraturno escolar, atende 3000 crianças em nossa cidade
• 1,2 mil jovens participam das atividades de lazer, formação profissional e cidadania oferecida pelo ProJovem em Curitiba. Desde 2007, são R$ 2,4 milhões investidos
• R$ 10,1 milhões já foram investidos pelo Governo Lula na construção, ampliação, reforma e compra de equipamentos para unidades de saúde em Curitiba
• Para a construção do Hospital do Idoso serão repassados pelo Governo Federal R$ 11,9 milhões, o que equivale a 83% do valor total da obra.
• 21 ambulâncias do Samu foram entregues pelo Governo Lula à Curitiba.
• O investimento federal em habitação já soma mais de R$ 1 bilhão e financiaram, por exemplo, a compra de 25.512 imóveis na cidade.
• Desde 2003, o Governo Lula investiu R$ 458 milhões no saneamento básico de Curitiba e Região Metropolitana
• 32 mil famílias são beneficiadas por programas de transferência de renda (Bolsa Família e Vale Gás) em nossa cidade.

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quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Lula diz que é preciso rechaçar qualquer tentativa de golpe na Bolívia

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Da Presidência da República
16/09/2008 - 12:34
Santiago (Chile) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse há pouco, no Palácio de la Moneda, sede do governo chileno, em Santiago do Chile, que é preciso preservar a legitimidade do governo do presidente da Bolívia, Evo Morares. Ele fez a declaração instantes após o final da reunião extraordinária da União de Nações Sul-americanas (Unasul), da qual participaram nove chefes de Estado da região. Durante o encontro, eles discutiram a crise vivida pela Bolívia, onde Morales enfrenta uma forte oposição de governadores que querem mais autonomia.
Ao lembrar que a Bolívia passou recentemente por um referendo, no qual Morales saiu vitorioso, Lula afirmou que é preciso criticar “qualquer tentativa de golpe e de quebra da constitucionalidade” naquele país. “A Bolívia é um país pobre, que precisa de tranqüilidade para se redemocratizar”, destacou o presidente brasileiro.

Além da anfitriã, a presidente presidente chilena Michelle Bachelet, e de Lula, particparam da reunião os presidentes Evo Morales (Bolívia), Cristina Kirchner (Argentina), Álvaro Uribe (Colômbia), Rafael Correa (Equador), Fernando Lugo (Paraguai), Tabaré Vázquez (Uruguai) e Hugo Chávez (Venezuela).

Maria Eugênia Castilho/Agência Brasil clique aqui

Presidente Lula fala com exclusividade à TV Brasil

A entrevista vai ao ar na estréia do programa 3 a 1, às 22h de hoje

Em entrevista exclusiva à TV Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou que o Brasil vai dar apoio logístico à Bolívia, a pedido do presidente Evo Morales, para desmantelar grupos armados no departamento de Pando, na fronteira com o Acre. A informação foi dada na entrevista gravada hoje (17), em Brasília, para a estréia do programa 3 a 1, da TV Brasil, que vai ao ar às 22 horas desta quarta-feira.

“Nem pensar em ingerência brasileira na Bolívia; muito menos tropas”, disse Lula. Mas o Brasil vai auxiliar com a venda de caminhões e ônibus para para o Exército Boliviano e com ajuda da Polícia Federal na fronteira. O presidente pediu aos ministros da Justiça, Tarso Genro, e da Defesa, Nelson Jobim, para entrar em contato com autoridades bolivianas e tratar dessa colaboração. Na entrevista, Lula criticou a interferência de embaixadas dos EUA em assuntos internos de países da América do Sul em diversos momentos da história do continente, ao comentar a decisão de Evo Morales de expulsar da Bolívia o embaixador norte-americano.

Lula gravou a entrevista durante a manhã, nos jardins do Palácio da Alvorada. Ele respondeu a perguntas sobre a crise nos Estados Unidos, falou de possíveis medidas do governo junto ao BNDES para aumentar o crédito e sobre o futuro da Petrobrás. O presidente falou, ainda, sobre o pré-sal, o uso de algemas, Polícia Federal e Abin, casamento homossexual, aborto e até seleção brasileira.

A íntegra da entrevista será exibida hoje, na estréia do programa 3 a 1, às 22 horas, na TV Brasil. O programa é apresentado pelo jornalista Luiz Carlos Azedo e vai ao ar todas as quartas-feiras. Também participam da entrevista de hoje a diretora de jornalismo da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), Helena Chagas, e o jornalista convidado Cristiano Romero, do jornal Valor Econômico. Muitas das perguntas foram coletadas nas ruas, feitas por telespectadores de várias capitais brasileiras.

A entrevista com o presidente Lula é a primeira de uma série com ex-presidentes e outras personalidades. Estão sendo convidados Fernando Henrique Cardoso, Itamar Franco, Fernando Collor e José Sarney. O entrevistado do 3 a 1 da semana que vem será o cineasta Bruno Barreto, que teve seu filme “Última Parada 174″, indicado pelo Ministério da Cultura para concorrer ao Oscar 2009.

A seguir, na íntegra, o trecho da entrevista sobre a questão boliviana:

TV Brasil: A crise boliviana está exigindo uma mobilização dos países sul-americanos. O senhor vai realmente mandar o Ministério da Defesa, ajuda logística e tropas para o Evo Morales fazer frente aos grupos armados que estão tumultuando o país?

Luiz Inácio Lula da Silva: Nem pensar em ingerência brasileira na Bolívia; muito menos tropas. Ou seja, o que nós acertamos com o Evo Morales, e foi uma coisa extremamente importante, foi a primeira grande decisão da União Sul Americana de Nações; uma decisão, na minha opinião, histórica, em que a gente baliza aquilo que a gente entende que deva ser a relação dos vizinhos com a Bolívia, na expectativa de que o povo boliviano, através de seu governo e de sua oposição, acate as orientações e a gente possa voltar à normalidade na Bolívia. O que é muito importante para os países vizinhos e para a Bolívia, que só vai se desenvolver se estiver em paz.

Mas qual a ajuda brasileira para a Bolívia?
Qual a ajuda? Veja, o Evo Morales pediu para a gente ver se pode vender caminhões para as tropas dele. Nós vamos tratar de ver se a indústria automobilística brasileira pode produzir, e com uma certa rapidez, alguns caminhões para a Bolívia. E ele pediu também, e o ministro Tarso Genro disse que a polícia já estava lá; pedir para o Tarso ligar para o ministro da Justiça do Evo Morales para tentar estabelecer uma ação conjunta da Polícia Federal na fronteira para evitar trânsito de pessoas, de gente com armas, evitar contrabando, evitar o narcotráfico. E, ao mesmo tempo, vou pedir para o Jobim também falar com o ministro da Defesa da Bolívia para ver essa coisa da ajuda com caminhões, ônibus, que eles estão precisando também. Ou seja, no fundo, no fundo, o Brasil precisa fazer um esforço muito grande porque nós temos mais de 3 mil quilômetros de fronteira com a Bolívia e nós queremos que ela esteja em paz, porque em paz ela vai crescer; em guerra, não.

Esse tipo de ajuda não pode ser encarado como uma interferência do Brasil em assuntos de um país vizinho?
Não pode. Se fosse assim, você não poderia vender nada para ninguém. Nós estamos fazendo uma relação comercial, o Evo estava na reunião e depois que eu ouvi alguns discursos de alguns presidentes, quando chegou minha vez de falar, eu falei à presidenta do Chile: “Eu, ao invés de falar, eu queria perguntar ao Evo Morales o que ele acha que nós precisamos falar para ajudá-lo. Ele é quem tem que dizer”.

O Evo Morales acusa o governo dos Estados Unidos de interferir na vida interna na Bolívia, de estimular essa rebelião em Santa Cruz e em outras províncias da região. O Brasil tem boas relações com os Estados Unidos. O senhor inclusive tem excelente relação com o presidente Bush. O senhor chegou a conversar com as autoridades americanas, ou com o Bush, sobre esse problema na Bolívia?
Eu conversei várias vezes com o Bush, até a pedido do Evo Morales, para que os Estados Unidos aprovassem rapidamente as tarifas especiais para determinados produtos bolivianos e está para ser aprovada agora, mas como houve essa expulsão do embaixador eu penso que agora essas coisas podem ficar paralisadas. Se for verdade que o embaixador dos Estados Unidos fazia reunião com a oposição do Evo Morales, o Evo está correto de mandá-lo embora. O papel de embaixador não é fazer política dentro do país, não. Ele está como representante do seu país, numa relação de Estado com Estado; ele representa o Estado. Aqui no Brasil, uma vez, uma embaixadora americana, em um jornal brasileiro, respondeu uma crítica que eu tinha feito ao Bush. Eu mandei o Celso Amorim chamá-la e dizer que não era admissível ela dar palpite sobre a entrevista do presidente da República. E, também, não é de hoje; é famosa a interferência das embaixadas americanas em vários momentos da história do continente americano. Então, eu acho que houve um incidente diplomático. Se o embaixador estava tendo ingerência na política lá, o Evo está correto.

O senhor acha que ainda existe risco de uma divisão na Bolívia ou essa reunião da Unasul estancou completamente essa possibilidade?
Peço a Deus que tenha estancado; peço a Deus que todo mundo compreenda o que é melhor para a Bolívia. Nem sempre a decisão de uma multilateral, de uma instância como a Unasul, e tantas outras da ONU, são tomadas e as pessoas não cumprem. Nesse caso, nós esperamos que cumpra, porque eu acho que as pessoas estão percebendo que nós estamos bem-intencionados com a Bolívia. Todo mundo quer ajudar a Bolívia; agora, é preciso que a Bolívia queira ser ajudada.

Eduardo Castro
EBC - Gerência Executiva de Jornalismo
Empresa Brasil de Comunicação
Brasília - DF

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segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Mapa traz dados sobre investimentos do governo Lula em todos os municípios

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Já está no ar, na página eletrônica do GTE, o mapa com informações sobre investimentos do governo Lula em todos os municípios brasileiros.

O mapa traz dados sobre programas federais (Bolsa Família, Pronaf, ProUni), transferências de recursos, convênios, obras do PAC e indicadores gerais das cidades.

Todas as informações são públicas. Elas foram coletadas e organizadas pelo GTE a partir de consulta a páginas do governo na internet, de maneira a facilitar a consulta para todos os candidatos e filiados do partido.

Clique aqui para ver o mapa elaborado pelo PT e conhecer as ações do governo Lula em sua cidade.

IMPORTANTE: o acesso é restrito a filiados petistas cadastros na Comunidade PT. Para se cadastrar, clique aqui.

Para consultar diretamente nas páginas governamentais usadas nesse trabalho, acesse os links abaixo:

Convênios
http://www.cgu.gov.br/convenios
Dados do Município
http://www2.cidades.gov.br/geosnic/src/php/app.php
PAC
http://www.planalto.gov.br/pac
Prouni
http://prouni-inscricao.mec.gov.br/prouni/
Mercado de Trabalho
http://www.mte.gov.br/geral/estatisticas.asp
Bolsa Família
http://www.mds.gov.br/bolsafamilia
Pronaf
http://www.mda.gov.br/saf/index.php?sccid=813
Aqui tem Farmácia Popular
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=1095
Farmácia Popular do Brasil
http://portal.saude.gov.br/saude/area.cfm?id_area=407
Centro de Espec. Odontológica
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=23646
Transferência
http://www.portaltransparencia.gov.br/index3.asp

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segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Professores se mobilizam por todo país para defender lei que criou piso nacional

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A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) está mobilizando professores de todo o país em defesa da lei que criou do piso nacional da categoria. Elaborada pelo governo Lula e aprovada no Congresso, a lei vem sofrendo ataques do Consed (Conselho Nacional dos Secretários de Educação), que ameaça entrar na Justiça para que Estados e municípios não sejam obrigados a cumpri-la.

Além do piso de R$ 950, a nova legislação prevê que 33% do tempo de trabalho do professor sejam reservados à chamada hora-atividade (para preparação de aulas, correção de provas, desenvolvimento de projetos etc.).

Segundo o presidente da CNTE, Roberto Franklin de Leão, a campanha de mobilização já tem uma série de atividades programadas, entre elas um Dia Nacional de Paralisação previsto para 16 de setembro, todas com o apoio e o engajamento da CUT (Central Única dos Trabalhadores).

A Confederação também está estimulando os professores a promover encontros nas câmaras municipais, nas assembléias legislativas, nas prefeituras e junto aos candidatos a prefeito nas eleições deste ano. “Vamos fazer um esforço para que todos assinem uma carta-compromisso pela implantação da lei”, adiantou Leão.

Ele acredita num forte engajamento da categoria na mobilização, que deve se estender pelos próximos meses. “Existe um sentimento muito grande de repulsa em relação à campanha que o Consed vem fazendo”, avalia.

Leão identifica os governos de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul como principais articuladores dos ataques à lei. Todos são governados pelo PSDB, o que, segundo ele, “não é coincidência”.

“Na verdade, o posicionamento deles (dos tucanos) reflete uma opção política pela educação de baixo custo, e, portanto, de baixa qualidade, para a população mais pobre, que depende da escola pública. Eles atacam porque querem continuar praticando essa política nefasta para a educação”, acusa o dirigente.

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segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Desemprego em julho é o menor para o mês desde 2002, aponta IBGE

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A taxa de desocupação no país ficou em 8,1% em julho, conforme informou nesta quinta-feira (21) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi o menor já registrado em um mês de julho desde março de 2002, quando foi iniciada a série história da Pesquisa Mensal de Emprego. De acordo com o levantamento do IBGE, a taxa sofreu leve alta em relação a junho (7,8%), mas caiu 1,4 ponto percentual na comparação com julho de 2007 (9,5%).

O levantamento indica ainda que o número de trabalhadores com carteira assinada no país registrou em julho um crescimento de 7,8% em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a 9,5 milhões de brasileiros. O resultado mostra o maior percentual de trabalhadores em situação formal já verificado em um mês de julho (43,8%).

Ainda nesse tipo de comparação, o contingente de desocupados (1,9 milhão) recuou 12,3%, enquanto a população ocupada (21,7 milhões) cresceu 4%, tendo sido criados aproximadamente 836 mil postos de trabalho no período. Também houve alta de 3,0% no rendimento médio dos trabalhadores (R$ 1.224,40).

Já em relação ao mês de junho, a pesquisa do IBGE revela que ficaram estáveis a população ocupada, a população desocupada e o rendimento médio dos trabalhadores.

Entre as regiões, foram observadas altas na taxa de desocupação na comparação mensal em Recife (de 8,5% para 10,1%) e Rio de Janeiro (de 6,6% para 7,3%). Em relação a julho de 2007, houve quedas em Recife (-2,5 pontos percentuais), Salvador (-2,4 pontos percentuais), São Paulo (-2,0 pontos percentuais) e Porto Alegre (-1,5 ponto percentual).

Agência Brasil

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