Mais um instrumento para apoiar a luta do PT

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terça-feira, 31 de março de 2009

Dilma volta a crescer, se aproxima de Serra e já ultrapassa Aécio em eventual 2º turno

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Retirado de pt.org.br

A ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, continua subindo na preferência do eleitorado e já tem entre 16% e 20% de intenção de voto para a Presidência da República, segundo pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta segunda-feira (30).

Com esse desempenho, Dilma se descolou de Heloísa Helena, aproximou-se de José Serra e já aparece em primeiro lugar quando o candidato tucano é Aécio Neves.

A série de pesquisas da CNT faz simulações com os nomes que aparecem como prováveis candidatos à sucessão do presidente Lula em 2010. Na primeira simulação, Serra tem 45,7%; Dilma Rousseff, 16,3%; e Heloísa Helena, 11%; com 27,0% sem candidato. Nas duas pesquisas anteriores (dezembro e janeiro), a ministra tinha, respectivamente, 10% e 13,5%.

Num eventual segundo turno entre Dilma e Serra, o governador de São Paulo continua na frente, mas a diferença entre os dois diminuiu 10 pontos percentuais entre dezembro e agora - de 39 para 29.

Contra Aécio, Dilma divide a liderança tanto nas simulações de primeiro como de segundo turno. No primeiro, 22% para o tucano e 19,9% para a petista. No segundo, a ministra teria 29,1% contra 28,3% do governador mineiro. Em dezembro, Aécio aparecia mais de 10 pontos à frente.
Governo Lula

O levantamento mostrou também que continuam altos os índices de aprovação do governo federal e do presidente Lula, embora tenha havido uma queda em relação às pesquisas anteriores.

Segundo a pesquisa, 62,4% dos brasileiros consideram o governo Lula ótimo ou bom, enquanto apenas 7,6% acham que seja ruim ou péssimo. Em janeiro os índices eram 72,5% e 5%, respectivamente.

Já a aprovação do desempenho pessoal de Lula é de 76,2%, contra 84% em janeiro.
Transferência

A Pesquisa quis saber ainda qual a possível influência do presidente Lula nas próximas eleições presidenciais: 21,5% disseram que votariam em um candidato apoiado por Lula; 28,6% disseram que poderiam votar; 20,3% que não votariam e 25,9% que somente decidiram o voto conhecendo o candidato.

Em dezembro de 2008, 15,6% votariam no candidato de Lula; 28,9% poderiam votar; 18,4% não votariam e 34,0% somente conhecendo o candidato para poder decidir o voto.
Confiança nas medidas anticrise

A Pesquisa CNT Sensus quis saber como o brasileiro vê o impacto da crise financeira sobre o emprego no país: 38,7% dos entrevistados conhecem alguém que já perdeu seu emprego em razão da crise; 24,8% ficaram sabendo e 34,9% não conhecem/não ouviram falar. Os números em janeiro de 2009 eram, respectivamente, 34,4%, 22,1% e 39,9%.

44,8% dos entrevistados têm receio de perder seu emprego ou sua atividade econômica caso a crise agrave; 39,7% não têm receio. Os números em janeiro de 2009 eram 42,7% e 43,8% respectivamente.

Para 40,1% dos entrevistados, o Brasil está lidando adequadamente com a crise; para 26,5%, não. Da mesma maneira, 46,3% acham que nesta crise o Brasil sairá fortalecido em relação a outros países; e 23,0% que sairá enfraquecido. Os números em dezembro de 2008 eram, respectivamente, 35% e 23%.

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domingo, 1 de março de 2009

DOCUMENTOS DO PED 2009

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Saiba quais são os documentos aprovados pelo Diretório Nacional do PT sobre o PED 2009.

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domingo, 1 de março de 2009

Veja o Estatuto do PT com as alterações aprovadas no 3º Congresso

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Está no ar a versão atualizada do Estatuto do PT, com as modificações aprovadas pelo 3º Congresso Nacional do partido e referendadas pelo Diretório Nacional em 2007.

As alterações foram publicadas no Diário Oficial da União em 24 de dezembro de 2007 e registradas em cartório em 25 de janeiro de 2008.

Clique aqui para ver a versão atualizada do Estatuto

Clique aqui para ver o fac-símile do registro em cartório

Fonte: diretório nacional

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domingo, 1 de março de 2009

Prazo para regularização de listas de filiados termina em 13 de março

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A Direção Nacional do PT aprovou em junho de 2008 um recadastramento dos filiados cujos nomes constam nos Cartórios Eleitorais e não constam no cadastro do partido, que é o oficial.

O prazo final para o recadastramento é 13 de março. Após essa data, todo petista nesta condição que não tiver regularizado sua situação terá sua filiação cancelada e seu nome excluído da lista a ser encaminhada ao cartório em abril de 2009.

Em contrapartida, aqueles que fizerem o recadastramento poderão votar e ser votados no PED 2009, pois a data de filiação a ser considerada será aquela constante no Cartório Eleitoral.

São aproximadamente 460 mil pessoas que estão nesta situação em todo o país, incluindo 59 prefeitos e 949 vereadores eleitos em 2008.

A relação dos filiados que não constam do Cadastro Nacional do partido já foi encaminhada a todos os diretórios.

Clique aqui para ver como está sua situação

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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Prazo para entrega das novas filiações termina nesta sexta-feira

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Termina nesta sexta-feira, 21/11, o prazo para o encaminhamento ao Diretório Municipal das fichas de filiação de eleitores interessados em se filiar ao Partido e participar do Processo de Eleições Diretas do Partido em 2009.

Lembramos que as fichas devem ser entregues com a contribuição dos R$5,00 referentes a carteira de filiação e as filiações devem ser de eleitores com Título Eleitoral domiciliado em Curitiba.

Caso algum filiando ainda esteja ligado a outro partido, este deve desfiliar-se, encaminhar solicitação de desfiliação ao TRE e TRÊS DIAS depois proceder sua filiação junto ao PT.

Recadastro
Filiados anteriores a 2001 e que não procederam recadastro também devem preencher ficha de filiação, sem datá-la, pois valerá a data que consta nos arquivos do TRE e a partir do momento em que esta ficha for entregue ao DM este responsabiliza-se em datá-la corretamente.

Transferencias de zonais
As transferencias de zonais deverão ser feitas em guia próprio, preenchido e assinado pelo filiado.

Tanto para as transferencias quanto para os recadastros, haverá um prazo maior para entrega. Não há necessidade de entregá-los no presente momento. Após o dia 24 de novembro será divulgada lista de aptos à votar em 22/11/2009, assim possibilitando a conferencia de todos e as atualizações, transferencias e modificações necessárias.

No presente momento, novas filiações para ter participação no PED 2009 deverão impreterivelmente ser entregues em 21/11/2008 até as 18horas.

Fichas entregues após 21/11 serão aceitas, porém, NÃO CONSTARÃO NA LISTAGEM DE APTOS AO PED 2009.

Contamos com a compreensão de todos,

Partido dos Trabalhadores
DM Curitiba

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terça-feira, 4 de novembro de 2008

PT em defesa do Piso Nacional dos Professores

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Nota Pública

O Partido dos Trabalhadores do Paraná (PT), por meio de sua direção executiva, reafirma, perante a sociedade e a categoria do magistério, seu apoio irrestrito ao Piso Nacional dos Professores, instituído pela Lei Federal nº 11.738/2008 em 16 de julho deste ano, que vem sofrendo forte oposição de setores conservadores da sociedade.

A lei do Piso Nacional do Magistério Público da Educação Básica é uma conquista histórica dos trabalhadores brasileiros, fruto de uma antiga luta da categoria e de um firme compromisso do governo do Presidente Lula com uma educação de qualidade.

Nós, do PT do Paraná, estaremos juntos com os profissionais do magistério, com a APP-Sindicato, com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e com o governo federal em todos os momentos e oportunidades para defendermos essa lei.

Nesse sentido, o PT do Paraná faz um apelo público ao governador do Estado, Sr. Roberto Requião, para que este se retire da Ação Direta de Inconstitucionalidade - ADI 4167 - impetrada no Supremo Tribunal Federal (STF) no último dia 29 de outubro.

Para o PT do Paraná, além de ser uma conquista histórica dos trabalhadores da educação em todo o país, o Piso Nacional dos Professores assegura a valorização do magistério e integra o rol de medidas que estão na base de uma política pública que de fato defenda a qualidade da educação brasileira. E defender uma educação de qualidade passa fundamentalmente pela valorização dos profissionais do magistério público.

Não abrimos mão da lei nacional por entendermos que ela é um passo importante que se dá em direção a um futuro melhor para a nossa gente, cujo caminho é apontado pela educação.

Direção Executiva Estadual do Partido dos Trabalhadores (PT)
Curitiba-PR, 03 de novembro de 2008.

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segunda-feira, 27 de outubro de 2008

NOTA ABERTA DO PARTIDO DOS TRABALHADORES DE CURITIBA

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No dia 23 de outubro de 2008, a Executiva Municipal do Partido dos Trabalhadores de Curitiba reuniu-se para avaliar o processo eleitoral e definir o calendário do PT para o próximo período.

Temos clareza que o nosso principal objetivo nessas eleições não foi alcançado. Pretendíamos levar a eleição para o segundo turno e, assim, aprofundar o debate sobre a cidade. Desse modo, com tempo igual de rádio e de televisão, demonstraríamos as nossas diferenças em relação à atual administração e teríamos chances reais de ganhar as eleições.

Observamos ainda que, embora nos últimos quatro anos não tenhamos tido êxito na organização de uma pauta de oposição clara, nossa candidatura colocou importantes reflexões e buscou esclarecer as deficiências da atual gestão e de suas práticas. Para nós, há uma clara inversão de prioridades, em especial na área social. Acreditamos que as pessoas são mais importantes que o concreto e que as obras, tão enaltecidos pela atual administração. E, nesse sentido, é importante perceber que o PT consolidou-se como a principal opção política de oposição na cidade, encarnando as críticas ao modo tucano de gestão.

A frente de apoio ao prefeito Beto Richa reuniu aqueles que fazem forte oposição ao governo do Presidente Lula. Entretanto, a postura desta aliança durante a campanha foi a de maquiar sua posição e procurar fazer transparecer uma parceria de sucesso com o Governo Federal, o que só foi possível graças à visão republicana e democrática do Presidente Lula.

Ao fazer isto, o prefeito Beto Richa buscou confundir as distinções entre os projetos políticos em vigor no nosso país e dificultou uma maior demarcação ideológica. Mesmo assim, pontuamos problemas sociais graves, como a falta de vagas nas creches, a inoperância dos exames especializados, a saturação do sistema de transporte urbano, a ausência de políticas para a juventude, a falta de transparência das licitações municipais, etc.

Além disso, os avanços do Governo Federal trouxeram importantes reflexos para o processo eleitoral de 2008. O significativo aumento dos investimentos (principalmente na área social e pelas obras do PAC), assim como a estabilidade econômica e política, beneficiaram sobremaneira os atuais governantes, independente do campo político. A política econômica estabelecida pelo Governo Federal garantiu uma saúde financeira confortável para a Prefeitura de Curitiba, permitindo uma significativa ampliação nos investimentos - um fator preponderante para o resultado eleitoral. A grande estabilidade vivida inibiu o debate das mudanças necessárias.

Disputamos, ainda, contra uma campanha que contou com uma propaganda prévia gigantesca: foram cerca de 80 milhões gastos em publicidade pela gestão do prefeito Beto Richa. Tal emprego feito da verba pública colaborou, certamente, para a avaliação que Beto teve dos curitibanos e, embora tenha sido condenado por três vezes pela Justiça, nunca veio a público prestar esclarecimentos à população e tais condenações não tiveram a repercussão adequada da mídia.

Nesse sentido, deste a fundação do Partido dos Trabalhadores sofremos forte oposição por parte da grande mídia, o que se dá pela nossa opção em defesa da justiça social, da melhor distribuição de renda e dos movimentos sociais. A imprensa brasileira, e em maior escala a de Curitiba, é dominada por poucos grupos e tem um caráter fortemente comercial. Nossas pautas e posições são pouco divulgadas e, quando o são, é geralmente sob um olhar bastante crítico, diferente do que ocorre com outras correntes políticas.

Além disso, o PT teve, ao longo de sua existência, forte sustentação política junto aos movimentos sociais, e desde que elegemos o presidente Lula, enfrentamos fortes contradições nesta relação. Sempre estivemos ao lado dos movimentos sociais nas lutas pelos direitos dos trabalhadores e do povo brasileiro. Muitos dos nossos militantes fazem parte de entidades da sociedade civil e colaboram na organização das lutas. Entretanto, ao nos tornarmos governo, passamos por um processo de transição, sendo que vários companheiros que tinham importantes atribuições na direção dos movimentos sociais foram chamados a compor o Governo Federal e boa parte das pautas dos movimentos ter sido incorporadas como políticas públicas.

Tendo isto em mente, avaliamos que é papel do Partido dos Trabalhadores construir e liderar uma oposição firme e atuante e dar prosseguimento ao projeto que apresentamos para a cidade, por uma Curitiba para Todos.

Nesta campanha ficou claro que os partidos de oposição ao Governo Lula, em especial o PSDB e o prefeito Beto Richa, conduziram uma ampla aliança com aqueles que governam nossa cidade desde a ditadura, com a exceção de pequenos intervalos. Nós, entretanto, tivemos um programa político e procuramos alinhavá-lo desde o início, nos aproximando de quadros e partidos que não comprometiam em nada os princípios e propostas que tínhamos para Curitiba. Frisa-se, portanto, que não cedemos às pressões puramente eleitoreiras. Buscamos, pelo contrário, seguir os critérios ideológicos que sempre diferenciaram o PT da maioria dos partidos.

Dessa forma, uma importante vitória nestas eleições foi a consolidação do voto de legenda, o que demonstra o reconhecimento dos eleitores de que votar no PT é votar em um projeto político, independente de quem o represente. Foram mais de 30 mil votos este ano - um resultado proporcionalmente maior que o obtido em 2004, quando o nosso candidato a prefeito obteve cerca de 35% dos votos no primeiro turno.

ENCAMINHAMENTOS

Reforma Política

Reformar o sistema político eleitoral brasileiro é fundamental para garantirmos melhores práticas democráticas em nosso país. Amplos setores da sociedade brasileira querem superar os problemas das nossas instituições e práticas políticas, que têm potencializado crises e minam a confiança popular na representação democrática. Estes defeitos, largamente conhecidos, têm raízes em instituições que induzem ao abuso do poder econômico e à corrupção, perpetuando o individualismo na política e a falta de projetos coletivos nítidos, facilitando candidaturas com grande poder econômico.

Defendemos uma reforma que garanta o fortalecimento das estruturas partidárias, a transparência do processo político e a consolidação das instituições democráticas. Uma reforma que propicie o financiamento público das campanhas políticas, a fidelidade partidária, o fim das coligações nas eleições proporcionais e o voto por lista.

Por este motivo, orientamos nossa militância a se incorporar na campanha pelo Projeto de Iniciativa Popular Pró-Plebiscito para a convocação de uma Assembléia Nacional Constituinte Exclusiva e Soberana, designada para fazer a reforma político-eleitoral brasileira.

Combate ao nepotismo

Já é prática dos mandatos de vereador do PT Curitiba combater o nepotismo por meio do exemplo de não nomear parentes em gabinetes e de denunciar e exigir a demissão de parentes de outros vereadores. Além disso, é da bancada petista o projeto de lei que proíbe o nepotismo na administração municipal.

Ficou claro neste período pós-eleitoral que o prefeito Beto Richa está colocando em prática artimanhas para manter sua esposa e seu irmão na administração municipal, além da infinidade de parentes dos vereadores da base aliada que ocupam cargos comissionados na atual administração.

Nossa bancada de vereadores continuará combatendo esta prática e exigindo a publicação da lista de todos os cargos comissionados da administração direta e indireta.

Transparência pública é prioridade

O Governo do Presidente Lula ousou ao disponibilizar os gastos públicos no “Portal da Transparência”, dando visibilidade ao emprego que o executivo nacional faz do erário público. Este sempre foi um compromisso do PT e nossa bancada vai demandar que a Prefeitura Municipal vá além das publicações exigidas pela Lei de Responsabilidade Fiscal - insuficientes para garantir a boa aplicação dos recursos públicos. Julgamos que a Prefeitura deve seguir o modelo federal, criando o “Portal da Transparência de Curitiba”.

Além disto, reivindicamos mais do que audiências públicas consultivas. Defendemos a radicalização da democracia através de ampla participação popular, seja por meio do Orçamento Participativo, da garantia efetiva de estrutura para os Conselhos Populares ou pela realização das Conferências Setoriais.

Por esclarecimentos dos processos licitatórios

Denunciamos durante o processo eleitoral os inúmeros problemas dos processos licitatórios da Prefeitura de Curitiba, como o do lixo, transporte, linha verde, metrô, entre outros.

Será prioridade para o Partido dos Trabalhadores e para a bancada petista na Câmara a cobrança de esclarecimentos. Pretendemos garantir a correta apuração dos fatos, esclarecendo desvios e cobrando a punição dos envolvidos

Investigação do esquema “Gafanhoto”

Apesar de não ter se iniciado no âmbito municipal, endossamos a posição do Diretório Estadual do PT de insistir nas ações para apuração, elucidação e punição dos envolvidos no “Esquema Gafanhoto” na Assembléia Legislativa. O ex-deputado estadual e atual prefeito, Beto Richa, é citado, assim como o seu antigo chefe de gabinete e atual assessor da presidência da Câmara Municipal de Curitiba. As irregularidades abrangem a contratação de funcionários fantasmas para desviar dinheiro público. Tais fatos configuram os crimes de peculato (apropriação de verba pública), estelionato (fraude de documentos para obter vantagem) e sonegação fiscal.

Fortalecimento da militância e formação política

Ficou claro no processo eleitoral que as campanhas estão cada vez mais dependentes dos grandes grupos econômicos. O PT, que sempre contou com sua militância voluntária, vem sofrendo com esse cenário. Compreendemos, portanto, que é fundamental fortalecer nossa militância e propiciar espaços permanentes de formação política.

Nesse sentido, avaliamos que a produção de uma campanha institucional para resgatar a imagem do PT é uma iniciativa vital. Além disso, a formação de quadros e lideranças é prioridade. O Partido dos Trabalhadores compreende que apenas com debate, leitura e prática é possível amadurecer. Como esse processo se torna mais rico se feito coletivamente, pretende-se organizar cursos e discussões, resgatando, por exemplo, a experiência rica do PT com os núcleos de base. Dessa forma, propiciaremos formação política para novos e antigos militantes.
Viva a luta socialista!
Viva o Partido dos Trabalhadores!

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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Abaixo-assinado cobra realização da I Conferência Nacional de Comunicação

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Proposta da Comissão Pró-Conferência é que o Executivo Federal forme um Grupo de Trabalho tripartite entre governo, empresários e sociedade civil para preparar a conferência

As entidades que participam da Comissão Pró-Conferência de Comunicação lançaram um abaixo-assinado que reivindica a convocação imediata da I Conferência Nacional de Comunicação. O texto pede ao Executivo Federal que forme um Grupo de Trabalho tripartite entre governo, empresários e sociedade civil para preparar a conferência.

A comissão foi formada há mais de um ano e tem se reunido quinzenalmente para discutir os objetivos da iniciativa e estabelecer contatos que viabilizem a convocação da conferência. Ela é composta por 26 organizações nacionais da sociedade civil e três comissões da Câmara dos Deputados (Comissão de Direitos Humanos e Minorias, Comissão de Legislação Participativa e Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática). Entre as entidades participantes da comissão estão o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, o Conselho Federal de Psicologia, o Intervozes, a Campanha pela Ética na TV, a CUT e o MST.

A conferência é entendida por essas entidades como uma oportunidade de inaugurar um espaço de participação popular na definição das políticas públicas de comunicação. Em diversas outras áreas, conferências deste tipo viabilizaram debates aprofundados sobre as diretrizes das políticas a serem aplicadas pelo governo. Entre os possíveis temas a serem abordados estão a regulação das concessões de rádio e TV, as regras de limite de propriedade para evitar a concentração nos meios de comunicação e a regulação sobre conteúdo, com temas como classificação indicativa e garantia de produção independente e regional. Todos esses temas foram previstos na Constituição, mas até hoje não foram regulamentados.

No início de 2006, as entidades publicaram um documento-base que define o que a Comissão Pró-Conferência quer e entende por uma Conferência Nacional de Comunicação. Esse documento, que está disponível no site da Comissão (www.proconferencia.com.br), é a síntese das diversas posições e visões das entidades que fazem parte dela.

O legislativo já apóia a realização da conferência, mas o Executivo tem se mostrado reticente. O desafio agora é pressionar o governo para que a convocação aconteça o quanto antes. As condições financeiras para realização da Conferência foram garantidas com a inclusão de R$ 20 milhões de reais no Plano Plurianual, sendo que o orçamento deste ano já reserva R$ 6 milhões nesta rubrica. No curto prazo, o principal objetivo da Comissão é garantir a criação de um Grupo de Trabalho, no âmbito do Ministério das Comunicações, para dar início à formulação do decreto presidencial que deve convocar a Conferência e do seu regimento.

Para firmar o abaixo-assinado, acesse http://www.petitiononline.com/pcom2009/

Para recolher assinaturas na sua cidade, imprima o abaixo-assinado. Baixe o arquivo aqui.
As folhas assinadas devem ser enviadas para o seguinte endereço:

Comissão de Participação Legislativa
Anexo II - Sala 121 A
Câmara dos deputados
CEP - 70160-900

Brasília-DF

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sábado, 4 de outubro de 2008

Intervozes propõe políticas locais para democratizar a comunicação

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É compromisso do Partido dos Trabalhadores lutar pela democratização da comunicação na nossa cidade, estado e no Brasil.

É fundamental que a militância petista assuma o compromisso de lutar por políticas que garantam acesso aos meios de comunicação e participação popular.

Veja abaixo o documento proposto pelo INTERVOZES assinado pela nossa candidatura em Curitiba.

Intervozes propõe políticas locais para democratizar a comunicação

Há muito a ser feito em âmbito municipal que pode contribuir com a democratização da comunicação. Baseado nisso, o Intervozes construiu um documento com propostas de políticas locais de comunicação a serem implementadas pelo Executivo e Legislativo.
Documento propõe políticas locais para democratizar a comunicação

Embora políticas de comunicação sejam tratadas usualmente em âmbito nacional, há uma série de políticas de comunicação que podem ser implementadas nos municípios e que contribuem com o fortalecimento da comunicação democrática.

Documento preparado pelo Intervozes elenca os objetivos e diretrizes para aplicação dessas políticas, e apresenta 26 propostas divididas em quatro eixos: comunicação como instrumento de democratização da gestão pública e fortalecimento da participação popular; políticas de ampliação da transparência, de garantia do acesso à informação pública e do compartilhamento do conhecimento; políticas públicas para acesso a meios de comunicação e fomento à pluralidade e à diversidade; e gestão participativa das políticas de comunicação.

Aproveitando as eleições municipais, as propostas serão apresentadas para candidatos a prefeito e vereador em todo o país.

Baixe aqui documento em formato pdf.

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sábado, 4 de outubro de 2008

Governo Lula investe pesado em Curitiba

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Desde que o Governo Lula teve início, as ações de cunho social tornaram-se mais freqüentes e efetivas em todo o país. Como exemplo disso, pode-se afirmar que hoje não se morre mais de fome no Brasil e o número de analfabetos vem sendo reduzido ano após ano.

Em Curitiba, não é diferente. Apenas em 2008 o repasse de recursos foi de mais de 630 milhões de reais. Sem contar as aplicações diretas do Governo Lula na cidade. É por razões assim que a aprovação do presidente é tão alta: ele conhece a situação dos mais carentes e sabe o que é preciso fazer para garantir mais justiça social e condições dignas de vida. Para o Lula, assim como para o PT, o povo brasileiro é prioridade.

Confira algumas das ações do Governo Lula em Curitiba:
• De 2005 a 2007, mais de 21 mil bolsas de estudo foram concedidas pelo ProUni a universitários de Curitiba
• O programa Segundo Tempo, de incentivo à prática do esporte durante o contraturno escolar, atende 3000 crianças em nossa cidade
• 1,2 mil jovens participam das atividades de lazer, formação profissional e cidadania oferecida pelo ProJovem em Curitiba. Desde 2007, são R$ 2,4 milhões investidos
• R$ 10,1 milhões já foram investidos pelo Governo Lula na construção, ampliação, reforma e compra de equipamentos para unidades de saúde em Curitiba
• Para a construção do Hospital do Idoso serão repassados pelo Governo Federal R$ 11,9 milhões, o que equivale a 83% do valor total da obra.
• 21 ambulâncias do Samu foram entregues pelo Governo Lula à Curitiba.
• O investimento federal em habitação já soma mais de R$ 1 bilhão e financiaram, por exemplo, a compra de 25.512 imóveis na cidade.
• Desde 2003, o Governo Lula investiu R$ 458 milhões no saneamento básico de Curitiba e Região Metropolitana
• 32 mil famílias são beneficiadas por programas de transferência de renda (Bolsa Família e Vale Gás) em nossa cidade.

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